Friday, 27 March 2009
Friday, 20 March 2009
The History of the Easter Bonnet

It is believed that the Easter Parade had its beginning in the 1870s, in New York. The Easter Parade in New York was and still is extremely popular event. Originally the church goes would carry Easter flowers from St. Thomas Church to St. Luke's Church. In this one block parade it became a traditional rite of spring to be seen in your new spring fashions which included hats. The hats were getting larger and larger and with the larger and were decorated with more and more. Flower, lace, ribbon, and birds nest were all used to decorate an Easter bonnet. The parade route then extended from Madison Square to Central Park.
The first Easter bonnets were worn before we even started celebrating Easter. The first bonnets were not even bonnets but were a circlet or wreath of leaves and flowers to celebrate the coming of spring. Today the Easter bonnet is typically round and still filled with leave and flowers. The round shape is to think to symbolize the shape of the sun and the cycle and path the sun takes abound the earth. The days get longer and the plants bust into life after the cold darkness of winter.
The custom of new clothes for Easter goes back to early Christianity and what was known as white week. White week was a time that newly baptized Christian wore white linen robes for a whole week to symbolize their rebirth and new life. The new Christians were paraded around the country side, lead by a crucifix, to show people that they were starting a new life. The other church goers would ware new clothes.
Just after the Civil war Easter was known as “Sunday of Joy,” Mother and daughters who had worn the dark colors of mourning for such a long time decided to start wearing the wonderful colors and flowers of spring. Their hats were adorned with the latest flowers. If the flowers were not blooming they would make them from paper, fabric, ribbon, hair, feathers or sea shells.
When I was a child Easter always meant that I would get a new dress, gloves and shoes but the most fun was the new purse and Hat that always had those wonderful little soft flowers. I think that those wonderful Easter bonnets started my love for hats. A love that was is strong that when I found out I was going to be a Grandmother I rush out and bought a wonderful bright purple cloche in a toddler's size (and yes it had those wonderful soft flowers and I didn’t even know it was going to be a girl). In 2002 just before Easter my grandchild was born. Yes that child was a girl and she got her grandmothers love of hats and yes she gets new hats all the time but at Easter she always get a special one with flowers.
This Easter start your own tradition of wearing a hat on Easter you make it your self or purchase one, with beautiful flowers, take the time to celebrate the rebirth of spring and relax in a fun and gentle way. Have your one parade even if it you are the only person, maybe others will join you. I will be having my own parade. I am working on a wonderful straw with flowers and will ride around in a 1926 model T. If you see me, wave or join my parade.
Happy Easter!
Monday, 2 March 2009
Buckingham Palace
O Palácio de Buckingham é a residência oficial da monarquia britânica em Londres, Inglaterra. Para além de ser a residência onde a rainha Isabel II mora, este é o local de entretenimento real e uma grande atracção turística. No entanto, não é admirado por todos, pois foi votado como o quarto prédio mais feio de Londres em Março de 2005.
Foi construído em 1703 mas reformado ao longo de 75 anos. As reformas mais significativas foram feitas na Era Vitoriana.
O Palácio de Buckingham é um dos mais conhecidos edifícios do mundo e é visitado por mais de 50.000 pessoas anualmente, como convidados de banquetes, almoços, jantares, recepções e festas de jardim reais.
A rainha Vitória foi a primeira monarca a residir no Palácio de Buckingham mudando-se para ele quando já completamente renovado após a sua subida ao trono, em 1837.
O Memorial de Vitória foi criado em 1911 e erguido em frente aos portões principais do Palácio.
História
Primeira Guerra Mundial
Durante a Primeira Guerra Mundial, o Palácio, então residência do Rei Jorge V e da rainha Maria, escapou ileso. Os seus conteúdos mais valiosos foram evacuados para o Castelo de Windsor.
Segunda Guerra Mundial
Durante a Segunda Guerra Mundial o Palácio de Buckingham foi bombardeado por sete vezes. O mais sério e publicitado bombardeamento foi aquele que destruiu a capela do mesmo em 1940.
A segurança
Existem relatos de brechas na segurança do edifício. O inacreditável aconteceu logo em 1837, quando um rapaz de 12 anos conseguiu viver um ano no edifício sem o conhecimento de ninguém. Escondia-se nas chaminés, ficando pretos os panos onde dormia. Finalmente foi apanhado em Dezembro de 1838. Das oito tentativas de assassinato de que a rainha Vitória foi vítima, pelo menos três passaram-se perto das portas do palácio.
Outros casos mais recentes aconteceram em 2004, quando um manifestante pelo direito dos pais solteiros foi notícia nos jornais ao escalar uma cornija próxima do balcão de cerimónia, disfarçado de Batman. Mas não foi o único pois outro manifestante disfarçado de Robin foi interceptado antes de conseguir subir ao edifício. Mais tarde, em Novembro do mesmo ano regressou disfarçado de Pai Natal para se acorrentar a um poste de iluminação próximo de uma porta principal.
Trabalho elaborado por:
Salomé Carvalho 6ºB- Nº24
Tower Bridge
A
Tower Bridge (Ponte da Torre) encontra-se localizada em Londres, capital do Reino Unido, sobre o rio Tâmisa. A sua inauguração decorreu em 1894 e hoje em dia é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.
A parte leste de Londres por volta do século XIX encontrava-se em franco crescimento e a Ponte de Londres não era suficiente para que os londrinos fizessem a travessia sobre o Tâmisa, sendo assim foi formado um comité para decidir a forma da nova ponte.
Foi o projecto do arquitecto Horace Jones o escolhido, embora sendo considerado medieval porque as básculas iriam ser levantadas por um sistema de correntes, então John Wolfe-Barry propôs um mecanismo que consistia num sistema hidráulico, impulsionado por água que por sua vez seria bombeada por máquinas a vapor. John deu às torres um estilo mais próximo do Vitoriano Gótico, parecendo-se com fortes escoceses onde suas básculas se abrem como uma ponte levadiça.
A construção da ponte começou em 1886, com a colaboração de mais de 400 operários, as suas duas torres têm cerca de 65 metros de altura. Devido ao tráfego sobre o Tâmisa, as duas torres foram construidas uma de cada vez e as básculas na posição vertical. A sua inauguração contou com a presença do Principe de Gales, Eduardo VII.
Actualmente a Tower Bridge continua a ter grande importância para tráfego londrino. As suas passereles, que foram construidas para facilitar o tráfego de peões, foram fechadas e hoje abrigam a Tower Bridge Experience uma exposição sobre a história da ponte.
As básculas já não são movidas por máquinas a vapor, mas sim por um sistema eletrónico muito modermo.
Alguns filmes decorreram na Tower Bridge, como por exemplo: 007: O Mundo Não Chega, O Regresso da múmia, etc.
A Tower Bridge foi escolhida em 2002 pela BBC como um dos melhores edifícios da Grã-Bretanha.
Este monumento prima pela sua beleza, daí que mereça uma visita aquando de uma viagem a Londres.
Trabalho realizado por:
Adelaide Isabel Teixeira Ribeiro Nº 1 6º B
A
Tower Bridge (Ponte da Torre) encontra-se localizada em Londres, capital do Reino Unido, sobre o rio Tâmisa. A sua inauguração decorreu em 1894 e hoje em dia é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.
A parte leste de Londres por volta do século XIX encontrava-se em franco crescimento e a Ponte de Londres não era suficiente para que os londrinos fizessem a travessia sobre o Tâmisa, sendo assim foi formado um comité para decidir a forma da nova ponte.
Foi o projecto do arquitecto Horace Jones o escolhido, embora sendo considerado medieval porque as básculas iriam ser levantadas por um sistema de correntes, então John Wolfe-Barry propôs um mecanismo que consistia num sistema hidráulico, impulsionado por água que por sua vez seria bombeada por máquinas a vapor. John deu às torres um estilo mais próximo do Vitoriano Gótico, parecendo-se com fortes escoceses onde suas básculas se abrem como uma ponte levadiça.
A construção da ponte começou em 1886, com a colaboração de mais de 400 operários, as suas duas torres têm cerca de 65 metros de altura. Devido ao tráfego sobre o Tâmisa, as duas torres foram construidas uma de cada vez e as básculas na posição vertical. A sua inauguração contou com a presença do Principe de Gales, Eduardo VII.
Actualmente a Tower Bridge continua a ter grande importância para tráfego londrino. As suas passereles, que foram construidas para facilitar o tráfego de peões, foram fechadas e hoje abrigam a Tower Bridge Experience uma exposição sobre a história da ponte.
As básculas já não são movidas por máquinas a vapor, mas sim por um sistema eletrónico muito modermo.
Alguns filmes decorreram na Tower Bridge, como por exemplo: 007: O Mundo Não Chega, O Regresso da múmia, etc.
A Tower Bridge foi escolhida em 2002 pela BBC como um dos melhores edifícios da Grã-Bretanha.
Este monumento prima pela sua beleza, daí que mereça uma visita aquando de uma viagem a Londres.
Trabalho realizado por:
Adelaide Isabel Teixeira Ribeiro Nº 1 6º B
Big Ben
O Big Ben faz parte do Palácio de Westminster, Abadia de Westminster e Igreja de Santa Margarida, Património Mundial da UNESCO.
Conhece uma cidade mais pontual do que Londres? Pois é, ela foi fundada há mais de 2 mil anos pelos romanos. Em 1066 tornou-se capital da Inglaterra, depois de ser invadida pelos normandos, vindos do norte da França e liderados por Guilherme, o Conquistador.
O responsável pela fama da pontualidade de Londres é o Big Ben: o relógio mais preciso do mundo que, desde 1859, marca as horas oficiais não só de Inglaterra, como também do mundo inteiro.
O horário de Londres é considerado uma referência para os outros países, que calculam as horas a partir do horário oficial do meridiano de Greenwich, que passa pela Inglaterra.
A torre onde fica o relógio chama-se Torre de Santo Estéfano e tem 98 metros de altura. Ela é rectangular e crescida para cima, com o topo em forma de pirâmide, onde fica o Big Ben. O sino do relógio pesa nada menos que 13 toneladas!
Quem projectou o mecanismo do Big Ben e o desenhou foi Edmund Beckett Denison. Em 1956, o relógio andava meio avariado e começou a atrasar como todos os relógios. Naquele ano, o Big Ben passou por um conserto e voltou a ser o relógio mais preciso do mundo.
Os ponteiros do relógio mais famoso do mundo são bem grandes: o das horas tem dois metros e setenta centímetros e o dos minutos, quatro metros e trinta centímetros.
A torre do Big Ben faz parte de um conjunto de construções às margens do Tamisa, um rio que passa pelo meio de Londres. Uma dessas construções é o Palácio de Westminster, onde funciona o Parlamento da Inglaterra. É lá que os políticos ingleses trabalham.
Mas o Big Ben não é a única atracção de Londres... Não dá para esquecer que em Inglaterra existe uma rainha e, portanto, um palácio! E que ela também serve de cenário para as aventuras do bruxinho mais famoso do mundo!
O Big Ben, ao contrário do que muitos pensam, não é o famoso relógio do Parlamento Inglês, nem tão pouco a sua torre. É o nome do sino, que pesa 13 toneladas e que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859. Por ser um sujeito alto e corpulento, Benjamim tinha o apelido de Big Ben. Todos os dias, a rádio BBC transmite as badaladas do sino. O sino, fundido por George Mears em 1858, media quase 3 metros de diâmetro e pesava 13, 5 toneladas.
O nome do relógio é Tower Clock, ou Clock Tower, e é muito conhecido pela sua precisão e tamanho. Uma vez uma família de pássaros pousou no seu ponteiro e desregulou-o em cinco minutos.
O Big Ben, o relógio mais famoso do mundo faz parte do conjunto arquitectónico do Parlamento Britânico, em Londres, na torre de St. Stephen de 98 metros. O Big Ben foi projetado por Edmund Beckett Denison e instalado em 1859. Os ponteiros dos quatro mostradores medem 2,7 m e 4,7 m e o sino, responsável pelo som das badaladas, pesa 13 toneladas. O relógio trabalha coordenado com o Royal Greenwich Observatory. O seu nome homenageia Sir Benjamin Hall, o primeiro comissário de obras.
Conclusão
A realização deste trabalho foi muito importante pois permitiu aprofundar os meus conhecimentos sobre o Big Ben.
Como provavelmente muitas pessoas, não imaginava que Big Ben é o nome do sino que pesa 13 toneladas e que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859 e não do famoso relógio do Parlamento Inglês, nem tão pouco da sua torre.
O Big Ben faz parte do Palácio de Westminster, Abadia de Westminster e Igreja de Santa Margarida, Património Mundial da UNESCO.
Conhece uma cidade mais pontual do que Londres? Pois é, ela foi fundada há mais de 2 mil anos pelos romanos. Em 1066 tornou-se capital da Inglaterra, depois de ser invadida pelos normandos, vindos do norte da França e liderados por Guilherme, o Conquistador.
O responsável pela fama da pontualidade de Londres é o Big Ben: o relógio mais preciso do mundo que, desde 1859, marca as horas oficiais não só de Inglaterra, como também do mundo inteiro.
O horário de Londres é considerado uma referência para os outros países, que calculam as horas a partir do horário oficial do meridiano de Greenwich, que passa pela Inglaterra.
A torre onde fica o relógio chama-se Torre de Santo Estéfano e tem 98 metros de altura. Ela é rectangular e crescida para cima, com o topo em forma de pirâmide, onde fica o Big Ben. O sino do relógio pesa nada menos que 13 toneladas!
Quem projectou o mecanismo do Big Ben e o desenhou foi Edmund Beckett Denison. Em 1956, o relógio andava meio avariado e começou a atrasar como todos os relógios. Naquele ano, o Big Ben passou por um conserto e voltou a ser o relógio mais preciso do mundo.
Os ponteiros do relógio mais famoso do mundo são bem grandes: o das horas tem dois metros e setenta centímetros e o dos minutos, quatro metros e trinta centímetros.
A torre do Big Ben faz parte de um conjunto de construções às margens do Tamisa, um rio que passa pelo meio de Londres. Uma dessas construções é o Palácio de Westminster, onde funciona o Parlamento da Inglaterra. É lá que os políticos ingleses trabalham.
Mas o Big Ben não é a única atracção de Londres... Não dá para esquecer que em Inglaterra existe uma rainha e, portanto, um palácio! E que ela também serve de cenário para as aventuras do bruxinho mais famoso do mundo!
O Big Ben, ao contrário do que muitos pensam, não é o famoso relógio do Parlamento Inglês, nem tão pouco a sua torre. É o nome do sino, que pesa 13 toneladas e que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859. Por ser um sujeito alto e corpulento, Benjamim tinha o apelido de Big Ben. Todos os dias, a rádio BBC transmite as badaladas do sino. O sino, fundido por George Mears em 1858, media quase 3 metros de diâmetro e pesava 13, 5 toneladas.
O nome do relógio é Tower Clock, ou Clock Tower, e é muito conhecido pela sua precisão e tamanho. Uma vez uma família de pássaros pousou no seu ponteiro e desregulou-o em cinco minutos.
O Big Ben, o relógio mais famoso do mundo faz parte do conjunto arquitectónico do Parlamento Britânico, em Londres, na torre de St. Stephen de 98 metros. O Big Ben foi projetado por Edmund Beckett Denison e instalado em 1859. Os ponteiros dos quatro mostradores medem 2,7 m e 4,7 m e o sino, responsável pelo som das badaladas, pesa 13 toneladas. O relógio trabalha coordenado com o Royal Greenwich Observatory. O seu nome homenageia Sir Benjamin Hall, o primeiro comissário de obras.
Conclusão
A realização deste trabalho foi muito importante pois permitiu aprofundar os meus conhecimentos sobre o Big Ben.
Como provavelmente muitas pessoas, não imaginava que Big Ben é o nome do sino que pesa 13 toneladas e que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859 e não do famoso relógio do Parlamento Inglês, nem tão pouco da sua torre.
Palacio de Buckingham

O Palácio de Buckingham é a residência oficial da monarquia britânica em Londres, Inglaterra. Somado ao facto de ser a residência onde a rainha Isabel II mora, o Palácio de Buckingham é o local de entretenimento real, base de todas as visitas oficiais de chefes de estado ao Reino Unido, e uma grande atracção turística. Tem sido um ponto de religação para o povo britânico em momentos de grande alegria e de crise. No entanto, não é admirado por todos, pois foi votado como o quarto prédio mais feio de Londres em Março de 2005.
O palácio, originalmente conhecido como Casa de Buckingham (o edifício que forma o coração do actual palácio) foi uma grande casa citadina construída pelo Duque de Buckingham, em 1703, e adquirida pelo rei Jorge III, em 1762, como uma residência privada, conhecida como "A Casa da Rainha" ("The Queen's House"). Foi reformada e aumentada ao longo de 75 anos, principalmente pelos arquitectos John Nash e Edward Blore, formando três alas em volta de um pátio central. O Palácio de Buckingham tornou-se a residência oficial da monarquia com a ascensão da Rainha Vitória em 1837. As reformas mais significativas foram feitas na Era Vitoriana, com a adicção de uma grande ala em direcção a Leste e com a remoção de antigas entradas. A fachada Leste foi refeita em 1913 junto ao Memorial de Vitória, criando a actual fachada pública do palácio, incluindo o famoso balcão.
O desenho de interiores original, do início do século XIX, muito do qual ainda sobrevive, inclui o uso predominante de mármores de imitação brilhantemente coloridos e lápis azul e cor-de-rosa, segundo a recomendação de Sir Charles Long. O rei Eduardo VII dirigiu uma grande redecoração no estilo Belle Époque, com um esquema de cores creme e azul. Várias pequenas salas de recepção são mobiliadas no estilo chinoiserie, com mobiliários e equipamentos trazidos do Royal Pavilion em Brighton e da Carlton House, depois da morte do rei Jorge IV. Os jardins públicos do palácio são os maiores jardins privados de Londres, projectados originalmente por Capability Brown, mas redesenhado por William Townsend Ailton do Kew Gardens e por John Nash. O grande lago artificial foi finalizado em 1828 e é abastecido pelas águas do lago Serpentine do Hyde Park.
As Salas de Estado formam o núcleo do palácio em funções e são usadas correntemente pela rainha Isabel II e membros da família real para entretenimento oficial e de estado. O Palácio de Buckingham é um dos mais conhecidos edifícios do mundo e é visitado por mais de 50.000 pessoas anualmente, como convidados de banquetes, almoços, jantares, recepções e festas de jardim reais.
O Palácio de Buckingham. Fachada este do palácio, a fachada principal, desenhada por Edward Blore em 1850 e redesenhada por Aston Webb em 1913.
História
Buckingham House, cerca de 1710, como foi desenhado por William Winde para o 1º Duque de Buckingham e Normanby. Esta fachada está envolvida, actualmente, na Grande Entrada do interior do lado Oeste do quadrângulo e tem a Sala de Estar Verde por cima.
O lugar
Na Idade Média, o local onde se encontra actualmente o Palácio de Buckingham formava parte da herdade de Ebury (também chamada de Eia). As terras pantanosas eram alagadas pelo rio Tyburn, o qual ainda corre por baixo do pátio e da ala Sul do palácio. No local onde o rio era transponível, no Cow Ford ("Vau da Vaca"), cresceu uma aldeia, Eye Cross. A posse do local mudou de mãos muitas vezes; entre os proprietários contam-se Eduardo, o Confessor e a sua esposa, a rainha Edite de Wessex, no final da época dos saxões, e, depois da conquista normanda, Guilherme I, o Conquistador. Guilherme deu o local a Geoffrey de Mandeville, que o legou aos monges da Abadia de Westminster.
Em 1531, Henrique VIII adquiriu o Hospital de St. James (mais tarde Palácio de St. James) ao Eton College, e em 1536 recebeu a herdade de Ebury da Abadia de Westminster. Estas transferências trouxeram o local onde se ergueria o Palácio de Buckingham de volta para as mãos reais, pela primeira vez desde que Guilherme I, o Conquistador o dera, quase 500 anos antes.
Vários proprietários arrendaram os terrenos ao rei, tendo a propriedade real sido objecto de uma frenética especulação durante o século XVII. Nessa época, a velha aldeia de Eye Cross tinha entrado em decadência havia muito tempo, e a área tinha essencialmente terras incultas. Necessitando de dinheiro, Jaime I vendeu parte das propriedades da Coroa, mas reteve uma parte do local, no qual estabeleceu um jardim de amoreiras com quatro acres, para a produção de seda, o qual ficava no local onde se ergue actualmente o canto Noroeste do palácio. Clement Walker, na Anarchia Anglicana (1649), refere-se às "recém-erguidas sodomas do Jardim das Amoreiras de Saint James"; este sugere que o jardim poderá ter sido um local de depravação. Mais tarde, no final do século XVII, a propriedade passou, por herança, do proprietário magnata Sir Hugh Audley para a herdeira Mary Davies.
Primeiros edifícios no local
Buckingham House cerca de 1711-1714, num desenho do Vitruvius Britannicus, de Colen Campbell
Possivelmente, a primeira casa erguida neste local foi a de um tal Sir William Blake, cerca de 1624. O proprietário seguinte foi Lord George Goring, 1º Conde de Norwich, que a partir de 1633 aumentou a casa de Blake e desenvolveu muito do actual jardim, então conhecido como "Grande Jardim Goring". De qualquer forma, Lord Goring não conseguiu obter propriedade permanente no jardim das amoreiras. Sem o conhecimento de Goring, em 1640, o documento "falhou na passagem do grande selo antes de Carlos I fugir de Londres, o qual era imprescindível para a execução legal". Foi esta omissão crítica que ajudou a Família Real britânica a recuperar a propriedade eterna, no reinado de Jorge III.
O imprevidente Goring negligenciou o pagamento das suas rendas; Henry Bennet, 1º Conde de Arlington obteve, então, a posse da mansão, agora conhecida como Goring House. Era Bennet quem ocupava o edifício em 1674, quando este foi consumido pelas chamas. No ano seguinte foi erguida no local a Arlington House — a ala Sul do actual palácio — e a sua propriedade eterna foi comprada em 1702.
O edifício que forma o coração arquitectónico do actual palácio foi construído por John Sheffield, 1º Duque de Buckingham e Normanby, em 1703, segundo o desenho de William Winde. O estilo escolhido foi o de um grande bloco central com três pisos, flanqueado por duas alas de serviço mais pequenas.
A Buckingham House foi vendida mais pelo descendente de Buckingham, Sir Charles Sheffield, em 1762 ao Rei Jorge III, por 21.000 libras estrelinas. Tal como o seu avô Jorge II, Jorge III recusou vender os interesses no jardim das amoreiras, e por esse motivo Sheffield foi incapaz de comprar a totalidade da propriedade permanente do local. A casa foi pensada inicialmente como um retiro privado para a Família Real, e em particular para a rainha Charlotte, pelo que era conhecida como a Casa da Rainha. O Palácio de St. James permaneceu a residência oficial e cerimonial da realeza; na realidade, a tradição continua até ao presente, com os embaixadores estrangeiros a serem formalmente acreditados na "Corte de St. James", apesar de ser no Palácio de Buckingham que apresentam as suas credenciais e equipa à rainha, depois da sua nomeação.
Era Vitoriana
Rainha Vitória, a primeira monarca a residir no Palácio de Buckingham, mudou-se para o palácio completamente renovado após a sua subida ao trono, em 1837.
O Palácio de Buckingham tornou-se, finalmente, na principal residência Real, em 1837, aquando da subida ao trono da rainha Vitória. Enquanto os Apartamentos de Estado eram um tumulto de dourados e cor, as funções necessárias no novo palácio, eram algo menos luxuosas. Em primeiro lugar, foi relatado que as chaminés fumegavam tanto que teve que se prescindir dos fogos, e consequentemente a Corte tiritava numa magnificência gelada. A ventilação era tão má que o interior fedia, e quando foi tomada a decisão de instalar lâmpadas de gás, houve uma séria preocupação com a acumulação de gás nos pisos mais baixos. Também foi dito que a criadagem era relaxada e preguiçosa, e que o palácio era imundo. Depois do casamento da rainha, em 1840, o seu marido, o Príncipe Alberto, encarregou-se, ele próprio, com a reorganização das oficinas domésticas e da criadagem, além das falhas no desenho do edifício. Os problemas foram rectificados e os construtores deixaram, finalmente o palácio em 1850.
Trabalho elaborado por: Mariana Martins
Ano: 6º Turma: B
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